Oi pessoal!!! Hoje o post é pra "caçar" discussão!!! Hehehe... Brincadeira! Esse post aqui não é para refutar o Vinícius, até porque reconheço a validade dos seus argumentos, sei que tenho vários amigos que são contrários ao que eu penso, mas vamos lá! Minha intenção não é convencer ninguém a pensar diferente, vou expor alguns argumentos coloquem na balança e vejam o que é melhor. Sou contrária à ideia de liberar o armamento no momento em que vivemos =D.
Primeiramente, meu posicionamento não é imutável, mas hoje, nossa sociedade não têm condições de se armar. Vamos ao fato, vivemos em um país subdesenvolvido ou de terceiro mundo, como preferirem, não existe por parte do governo o interesse em criar uma população desenvolvida, inteligente e independente, portanto não vemos legítimas ações que visam a educação da nação. O governo quer eleitores alienados que se contentam com esmolas, que não se preocupam em produzir, estão satisfeitos "recebendo os peixes", não querem "aprender a pescar", e não sabem que podem conseguir bem mais se forem instruídos para este fim, e isso tem tudo a ver com o armamento. Como podemos armar uma população alienada, o típico povo brasileiro que tem um "jeitinho" para tudo? Daí me perguntam: E vamos deixar como está? Os bandidos armados e a população de bem refém destes? Não, da forma que está também não pode continuar.
Não sou a favor de manter para sempre a responsabilidade de proteção apenas para a polícia, concordo que o cidadão deve ter o direito de se proteger, mas agora devemos centralizar sim, confiar na nossa polícia, lutar para que ela tenha treinamentos eficazes, que assegurem o direito do cidadão de bem, que tenha autonomia para agir e segurança nas suas ações. É fácil observar hoje, que nem mesmo quem deveria estar preparado mentalmente, psicologicamente e fisicamente para utilizar uma arma de fogo, muitas vezes não está. O foco deve ser em treinamento para a força de segurança pública e em operações para desarmar os bandidos e evitar que mais armas cheguem às mãos desses. Investir em educação de qualidade, ensinar que é importante cada um conquistar suas vitórias, aí pode ser que a população comece a ter condições para se armar.
Além do mais hoje é permitido sim ao cidadão de bem possuir uma arma, reconheço que é um processo demasiadamente burocrático, e que lhe é permitido apenas a posse, não o porte, mas já é alguma coisa. Agora, indo a números e fatos, disse acima que nem mesmo as forças policiais que deveriam ter total preparo para utilizar arma de fogo por vezes não estão, grande parte desse despreparo diz exclusivamente respeito à pessoa, o interesse em estar instruído é fator primordial para um bom treinamento. Levando isso em consideração, será que um cidadão que não dependerá da arma como seu instrumento de trabalho terá real interesse em se preparar? Outra verificação alarmante é o número de mortes de policiais (ou mesmo cidadãos civis) que reagiram a uma ação criminosa; um dos principais fatores que definem o sucesso de uma ação é o efeito surpresa, (o bandido já sai de casa, na maioria das vezes, disposto a tudo, inclusive matar ou morrer) as pessoas não saem de casa já planejando reagir a um assalto, ou dispostas a matar alguém. Causa das grandes mortes é a reação falha de quem o faz, nem sempre é o despreparo de quem reage, podendo ser um atirador nato que por um momento desviou sua atenção, nosso sistema jurídico é falho e tende a proteger o "vagabundo", um segundo que você perde pensando nas consequências é crucial para definir o que vai acontecer naquele momento de aflição e adrenalina.
O treinamento para armar as pessoas têm que ser incisivo, caso contrário vamos viver em uma espécie de velho oeste. Concluo então que a prioridade não é revogar o Estatuto do Armamento e deixar livre para quem quiser comprar sua arma, no futuro posso apoiar grandemente o armamentismo, mas isso não são planos para curto prazo, a prioridade agora deve ser educação, saúde e segurança pública. Primeiro temos de desarmar os bandidos, preparar quem tem o dever de proteger, educar a população, revisar as leis frouxas que beneficiam o bandido e após vamos lutar para que todos tenham condições eficazes de se defender. Como diz um ditado do interior de Minas "Não vamos passar o carro na frente dos bois." Se lutarmos por uma causa de forma afobada não vamos conseguir alcançar nossos objetivos.
Entendam, não defendo que o desarmamento foi uma solução, mas após ter sido feita, temos que trabalhar para poder armar novamente a população, e não, armar sem nenhum preparo anterior, em 12 anos muita coisa mudou e nossa nação "emburreceu", foi tomada por uma onda que aceita absurdos e briga por coisas fúteis, temos que primeiro resolver isso para depois tentar retomar direitos perdidos.
Não sou a favor de manter para sempre a responsabilidade de proteção apenas para a polícia, concordo que o cidadão deve ter o direito de se proteger, mas agora devemos centralizar sim, confiar na nossa polícia, lutar para que ela tenha treinamentos eficazes, que assegurem o direito do cidadão de bem, que tenha autonomia para agir e segurança nas suas ações. É fácil observar hoje, que nem mesmo quem deveria estar preparado mentalmente, psicologicamente e fisicamente para utilizar uma arma de fogo, muitas vezes não está. O foco deve ser em treinamento para a força de segurança pública e em operações para desarmar os bandidos e evitar que mais armas cheguem às mãos desses. Investir em educação de qualidade, ensinar que é importante cada um conquistar suas vitórias, aí pode ser que a população comece a ter condições para se armar.
Além do mais hoje é permitido sim ao cidadão de bem possuir uma arma, reconheço que é um processo demasiadamente burocrático, e que lhe é permitido apenas a posse, não o porte, mas já é alguma coisa. Agora, indo a números e fatos, disse acima que nem mesmo as forças policiais que deveriam ter total preparo para utilizar arma de fogo por vezes não estão, grande parte desse despreparo diz exclusivamente respeito à pessoa, o interesse em estar instruído é fator primordial para um bom treinamento. Levando isso em consideração, será que um cidadão que não dependerá da arma como seu instrumento de trabalho terá real interesse em se preparar? Outra verificação alarmante é o número de mortes de policiais (ou mesmo cidadãos civis) que reagiram a uma ação criminosa; um dos principais fatores que definem o sucesso de uma ação é o efeito surpresa, (o bandido já sai de casa, na maioria das vezes, disposto a tudo, inclusive matar ou morrer) as pessoas não saem de casa já planejando reagir a um assalto, ou dispostas a matar alguém. Causa das grandes mortes é a reação falha de quem o faz, nem sempre é o despreparo de quem reage, podendo ser um atirador nato que por um momento desviou sua atenção, nosso sistema jurídico é falho e tende a proteger o "vagabundo", um segundo que você perde pensando nas consequências é crucial para definir o que vai acontecer naquele momento de aflição e adrenalina.
O treinamento para armar as pessoas têm que ser incisivo, caso contrário vamos viver em uma espécie de velho oeste. Concluo então que a prioridade não é revogar o Estatuto do Armamento e deixar livre para quem quiser comprar sua arma, no futuro posso apoiar grandemente o armamentismo, mas isso não são planos para curto prazo, a prioridade agora deve ser educação, saúde e segurança pública. Primeiro temos de desarmar os bandidos, preparar quem tem o dever de proteger, educar a população, revisar as leis frouxas que beneficiam o bandido e após vamos lutar para que todos tenham condições eficazes de se defender. Como diz um ditado do interior de Minas "Não vamos passar o carro na frente dos bois." Se lutarmos por uma causa de forma afobada não vamos conseguir alcançar nossos objetivos.
Entendam, não defendo que o desarmamento foi uma solução, mas após ter sido feita, temos que trabalhar para poder armar novamente a população, e não, armar sem nenhum preparo anterior, em 12 anos muita coisa mudou e nossa nação "emburreceu", foi tomada por uma onda que aceita absurdos e briga por coisas fúteis, temos que primeiro resolver isso para depois tentar retomar direitos perdidos.
